terça-feira, 22 de setembro de 2009

Lula quer ver o vermelho do sangue Hondurenho

TEGUCIGALPA - O governo de facto de Honduras afirmou nesta terça-feira, 22, que as forças de segurança do país não entrarão na embaixada do Brasil em Tegucigalpa para deter o presidente deposto Manuel Zelaya, abrigado na missão diplomática desde ontem. A administração de Roberto Micheletti, no entanto, acusou o Brasil de interferir em assuntos internos do país.


"Não é possível invadir, há convênios e nós respeitaremos a sede diplomática", declarou à imprensa a vice-chanceler hondurenha, Martha Alvarado. "Além disso, isto nos traria ainda mais problemas".

Mais cedo, o assessor do ministério das Relações Exteriores do governo Micheletti, Mario Fortin, disse que forças do Exército e da polícia poderiam entrar na sede da embaixada para prender o presidente deposto.

Em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva alertou o governo de facto contra uma possível invasão da embaixada. "Esperamos que os golpistas não entrem na embaixada", disse.

A polícia e o Exército cercaram o prédio da embaixada na madrugada de hoje. Bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha foram usadas contra os simpatizantes de Zelaya que se reuniam em frente ao prédio. Ao menos duas pessoas morreram nos confrontos. Água, luz e telefone do prédio foram cortados. Segundo Zelaya, francoatiradores também cercam o edifício.

Críticas

Alvarado disse esperar que as autoridades do Brasil decidam logo se darão asilo a Zelaya ou se o entregarão à Justiça hondurenha. Após ter sido deposto e expulso do país, o presidente foi acusado de violar a Constituição.

"É comprometedora a situação de o Brasil dar a Zelaya um tratamento de hóspede e este, da embaixada, fazer um chamado à insurreição e ao desrespeito ao toque de recolher. É uma ingerência", disse a vice-chanceler.

Com informações da agência Efe


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Apoiadores de Zelaya foram retirados das imediações do prédio do Brasil em Tegucigalpa - não é embaixada, pois o nosso país rompeu relações diplomáticas com Honduras - em violentos confrontos com a Polícia. De dentro do prédio do Brasil, Zelaya pregava " Pátria, Morte ou Restituição", incitando o povo a pegar em armas, com o objetivo de provocar uma guerra civil. As mãos de Lula estão prestes a ficarem sujas de sangue. Desde o início, Lula foi o maior incendiário da crise hondurenha. Planejar o retorno de Zelaya e lhe dar guarida foi o último ato de insanidade do nosso presidente.
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Agora o nosso presidente imbecil vai ter que se virar com o problema. Insulza, da OEA, já disse que não vai viajar a Honduras. Ninguém vai. Ninguém quer assumir a responsabilidade.Te vira, Lula, pega para você a culpa pela guerra civil que está prestes a eclodir no país.




Comunicado. La Cancillería hondureña envío una misiva a la Embajada de Brasil en Tegucigalpa, en la que pide que defina el estatus de Manuel Zelaya en su sede y actúen contra los llamados a la insurrección del ex mandatario.
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